Cams.

Adotado no Evelyn's Place.com Camila C. Crosgnac Fracalossi, sagitário, 17 de dezembro de 1990. Formada médica veterinária pela UNESP Botucatu, namora o João (Fev/10) e é paraense de coração.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Mais Doce Que Canetas De Açúcar, por Cams

N/a: Presente de 18 aninhos pra minha Lekinha Judd! *-* É ultra simples por causa de tudo, mas eu espero que você goste! Tive que usar a inspiração do meu útero pra escrever essa pequenina S/M, só pra lembrar que faz dois anos que eu escrevi a primeira – também pra você. Só pra lembrar... TE AMO MUITOOOO!

Marlene se sentia perdida, solitária desde que James e Lily tinham começado a namorar. A verdade é que ela ficava entre os outros Marotos, fazendo apostas de quanto tempo eles iam demorar pra brigar e, depois, pra voltar às boas. A verdade mesmo é que ela se divertia e não queria estar se divertindo daquele jeito com eles – ou melhor, ele. Seu problema era Sirius Black, com aqueles olhos azuis que tiravam qualquer garota do sério, bem como músculos, cabelos rebeldes (N/a: *baba*) e um sorriso, todos perfeitos, um mais espetacular que o outro. Não era (só) a opinião dela; era fato considerado por todas as garotas de Hogwarts, muitas delas com a sorte de tê-los comprovado e o azar de ter seu traseiro chutado. No entanto, ele já não era mais o mesmo há algum tempo, e não era porque as meninas não queriam – elas se tornavam mais oferecidas a cada dia; ele mesmo decidira parar com isso. Como ele dizia, ele tinha uma meta a cumprir.
- Lene, acorda! Eu ganhei de novo! – Sirius sacudiu a menina, que olhava pensativa para o nada. Estavam debaixo de um dos inúmeros carvalhos daquela parte da escola, a alguns metros do carvalho onde James e Lily começavam a brigar.
- Ah... droga. – ela resmungou, acordando de seu transe – Desse jeito eu não vou mais ter meu estoque de canetas de açúcar tão fácil.
- Sirius conhece a mente feminina, Marlene. Acostume-se, nem você se conhece tão bem. – Remo mandou, sem sequer tirar os olhos de seu livro.
- Sabe, Remo, eu nem entendo por que raios você fica aí... é divertido ver a Lily surtando, o nosso querido Pontas querendo rir e morrendo de medo da Evans enfeitiçar ele.
- É, ia ser legal parar de perder pro Sirius e perder pra alguém que realmente valha a pena, Remo. – Marlene sorriu para o amigo, que finalmente tirou os olhos do livro e sorriu de volta, deixando um Sirius irritado se levantar e, em um milésimo de segundo, escorar a garota no tronco da árvore e jogar seu corpo contra o dela (o que fez Remo voltar a atenção muito rápido ao seu livro, as bochechas um tanto quanto vermelhas) – Hey, Black, o que pensa que está fazendo?
- Então eu não valho a pena? – ele encarou-a, sério.
- Em partes. – ela respondeu convicta, os olhos firmemente mantidos nos dele.
- E por que acha que não valho? – ele abaixou os olhos, visivelmente chateado – Sabe, Lene... se você finalmente decidisse abrir um pouco mais seus olhos, você enxergaria todas as coisas que sempre quis enxergar e jamais conseguiu.
A garota continuou olhando para ele, que já tinha tomado alguma distância e desenhava algo no chão, com os pés.
Photobucket - Eu gosto de canetas de açúcar, Sirius. – ela quebrou o silêncio, e ele a encarou, sem entender. Ela continuou – Sabe, nem sempre as canetas de açúcar são doces. Por vezes, elas são tão amargas que são capazes de tornar um coração também amargo.
- Elas são de açúcar, Lene. Sempre são doces... – ele chegou mais perto, mechendo em um dos grandes cachos castanhos claros que caiam nos ombros da garota.
- Isso é o que a gente acha, não é? Elas são feitas de açúcar, são sim. Mas alguém já parou pra pensar que esse pré-julgamento de que elas são sempre doces talvez seja falso?
- Como assim, Lene? – ele a olhou, cada vez mais confuso.
- Olha só pra gente... a gente parece se odiar, por vezes. James e Lily parecem se odiar, às vezes. E olha pra eles... olha pra gente. – ela encarou os pés. Sirius se sentiu triste por não poder observar o contraste entre as bochechas vermelhas da garota e os olhos cinzentos.
- O que tem a gente, Lene? – ele perguntou, num sussurro.
- Não tá claro? A gente se gosta e não entende isso. – ela respondeu, virando-se de costas. Ele caminhou até ela e a abraçou pela cintura. Beijou-lhe carinhosamente a bochecha.
- E quem disse que a gente precisa entender? – ele respondeu – Eu tô aqui, e se você quiser... pode estar aqui também. Comigo, pra sempre. E eu te prometo: a partir de agora, as canetas de açúcar serão sempre as mais doces que você já comeu.

1 comentários:

Celular disse...

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